Quando a terapia oral deixa de ser suficiente, ofereça uma alternativa mais previsível.
Solução intracavernosa para pacientes com disfunção erétil refratária às terapias orais. Associação de Prostaglandina (Alprostadil), Fentolamina e Papaverina, com ação direta no tecido cavernoso e tratamento individualizado.
O desafio
Nem todos os pacientes respondem ao tratamento oral.
Embora os inibidores da PDE5 sejam considerados a primeira linha para o tratamento da disfunção erétil, uma parcela significativa dos pacientes apresenta resposta insuficiente ou perda de eficácia ao longo do tempo.
Para esses casos, é necessário considerar abordagens que atuem diretamente no mecanismo fisiológico da ereção.
Perfis clínicos com indicação frequente:
Diabetes mellitus
Danos endoteliais frequentes exigem ação vasodilatadora potente.
Doença cardiovascular
Comprometimento do fluxo arterial que limita terapias sistêmicas.
Síndrome metabólica
Múltiplos fatores de risco que afetam a eficácia de inibidores da PDE5.
Pós-prostatectomia
Danos neurais periféricos onde a ação intracavernosa é decisiva.
Comprometimento vascular
Baixa perfusão periférica crônica e falta de oxigenação.
Falha terapêutica
Perda de resposta aos inibidores da PDE5 ao longo do tempo.
A solução
Conheça o UROPH1
Uma formulação intracavernosa que combina três princípios ativos com mecanismos complementares de ação, promovendo aumento do fluxo sanguíneo peniano e uma resposta erétil mais consistente e previsível.
Prostaglandina (Alprostadil)
Promove vasodilatação local imediata.
Fentolamina
Reduz a vasoconstrição mediada pelo sistema simpático.
Papaverina
Potencializa o relaxamento da musculatura lisa cavernosa.
Como o UROPH1 funciona
Um mecanismo em cadeia, direto e fisiológico.
Por ser uma terapia local, a tri-mistura dribla o metabolismo de primeira passagem e atua diretamente nos receptores penianos. Abaixo, acompanhe a evolução do fluxo de ação após a administração:
Aplicação intracavernosa
Ação medicamentosa ocorre diretamente no local alvo, sem perda de eficácia pelo metabolismo hepático.
Relaxamento do músculo liso
A sinergia dos três ativos provoca a dilatação imediata e potente dos sinusoides cavernosos.
Vasodilatação local
Aumento brusco do diâmetro das artérias pudendas, multiplicando a perfusão arterial periférica.
Maior fluxo sanguíneo
Preenchimento completo dos corpos cavernosos, restringindo o retorno venoso e gerando rigidez.
Resposta erétil funcional
Ereção sustentada, fisiologicamente previsível e totalmente apta para a relação.
Benefícios Premium
Desenvolvido para ampliar as possibilidades terapêutica.
Mecanismo Triplo
Associação de três vias de ação complementares.
Ação Direta
Atuação exclusiva e direcionada no tecido cavernoso.
Individualização
Tratamento 100% ajustável por titulação de dose.
Uso Sob Demanda
Liberdade para o paciente, utilizando apenas quando necessário.
Previsibilidade
Resposta clínica consistente lote a lote.
Segurança
Baixa incidência de eventos adversos sistêmicos.
Diferenciais de Mercado
Muito além da associação farmacológica.
Fator de Correção
A dose administrada no consultório corresponde com precisão à dose efetiva no momento do uso em casa. Previsibilidade que evita frustrações durante a titulação.
Qualidade Phito
Produzido pela Phito Medicamentos Injetáveis. O uso de processos rígidos assegura uma formulação estável, homogênea e livre de variações perceptíveis lote a lote.
Selo IP (Insights Pharma)
Parceiros e soluções homologados sob o rigor técnico e a ética da Insights Pharma, atuando como o elo seguro na jornada clínica do seu paciente.
Prescrição Médica
Quando considerar o UROPH1?
Muito além das doenças de base. Analise o momento clínico do seu paciente e ofereça um resgate funcional e de autoestima.
Casos Refratários
Perda da eficácia ou falha inicial completa aos inibidores orais da PDE5.
Contraindicações
Pacientes em uso de nitratos ou com restrições cardíacas severas para oral.
Pós-Cirúrgico
Reabilitação peniana em pacientes submetidos à prostatectomia radical.
Intolerância Sistêmica
Pacientes que sofrem com cefaleia intensa, rubor ou dispepsia com orais.
Posologia e Segurança
Protocolos Clínicos
Informações essenciais para a introdução segura e o acompanhamento do seu paciente na terapia intracavernosa.
Posologia & Titulação
Início com dose mínima, geralmente 0,1 ml, adaptando até a ereção ideal. Faixa terapêutica padrão situa-se entre 0,1 ml e 0,8 ml.
*Administração estrita por via intracavernosa (sob demanda).
Eventos Adversos Mapeados
O UROPH1 possui perfil de segurança muito bem estabelecido na literatura clínica mundial. Fique atento a:
- Dor no local da aplicação
- Pequenos hematomas
- Sensação de ardência
- Fibrose peniana (baixa incidência)
- Priapismo (baixa incidência com titulação)
O elo seguro na jornada clínica.
Uma empresa especializada em desenvolver e conectar soluções inovadoras para a prática médica.
Excelência Técnica
Rigor absoluto. Conectamos prescritores a indústrias e laboratórios homologados sob padrão ANVISA.
Times Especializados
Inteligência de mercado farmacêutico aplicada ao campo. Conhecimento que se converte em resultados.
Respeito ao Prescritor
Preservamos a sua autonomia. Entregamos suporte, material científico e curadoria de alto padrão.
Conheça uma nova alternativa para pacientes refratários às terapias orais.
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